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segunda-feira, 11 de março de 2013
Médico é encontrado morto em seu consultório, em Carazinho

A  Polícia Civil  de  Carazinho aguarda  o resultado  dos  exames  de  necropsia  paras saber  as  causas  da  morte  de  um médico.  Luciano Dihel , 56 anos,  foi encontrado já  sem vida às  13 horas de sábado (09) dentro  do seu consultório , localizado na  Av. Pátria.  Agentes do Instituto  Geral  de  perícias  estiveram  no  local.  Segundo  consta  em registro   feito na  Delegacia de Polícia  de Pronto-Atendimento, a  porta  do  consultório  estava  trancada  por  dentro. 
 
O corpo, que foi encontrado  pelo funcionário do consultório estava   caído em frente  a   mesa do  médico. Policiais  da  equipe  volante da Delegacia de Pronto-Atendimento  recolheram  um tipo de  medicamento que  também foi encaminhado   para  perícia. Conforme  a  Polícia, as causas  da  morte   serão apontadas  pelos  exames.
 
Fonte Radio Ceres

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sábado, 9 de março de 2013
Rio Grande do Sul é lanterna em rodovias asfaltadas no Brasil

Apenas 7,2% das estradas gaúchas (estaduais, federais e vicinais) são pavimentadas
 
Qual é o Estado com menor percentual de estradas pavimentadas em relação à sua malha total? Não é Roraima, que tem o menor PIB do país. Nem a paupérrima Alagoas, com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O campeão em carência de asfalto, acredite, é o Rio Grande do Sul, a quarta unidade mais rica da federação.
 
Apenas 7,2% das rodovias gaúchas — estaduais, federais e vicinais — são pavimentadas. Isso é bem menos do que a média brasileira, de quase 13 quilômetros asfaltados em cada cem, conforme dados consolidados de 2012 do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Ou seja, os gaúchos figuram na lanterna em um país que já está longe de ser um exemplo. Pelo contrário. O percentual nacional de 13% coloca o Brasil em último lugar em pavimentação entre as 20 maiores economias do mundo.
 
A agonia das estradas gaúchas é fruto de uma série de fatores encadeados. Alguns são locais, como as finanças combalidas do Palácio Piratini. A incapacidade de encontrar um modelo para o capital privado ajudar na criação da infraestrutura necessária à impulsão do desenvolvimento e à queda nos acidentes também é uma das razões da herança cruel legada aos gaúchos.
 
Além do baixo investimento público nas últimas três décadas, as rodovias sofrem com a burocracia para tocar obras, o aumento da frota e o excesso de peso transportado dos caminhões, um problema agravado pela falta de fiscalização e que desemboca na deterioração das estradas, realimentando o círculo vicioso que faz cair a qualidade das rodovias existentes. O percentual de estradas avaliadas como ótimas em pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), por exemplo, era de 28,6% em 2010 e, em 2012, caiu para apenas 11%. As péssimas subiram de 1,3% para 2,4%.
 
E má qualidade pode acarretar mortes. O número de óbitos nas estradas cresceu 2,3% em 2012, na comparação com 2011, chegando a 2.083 vítimas fatais, contra 2.037 no ano anterior. Outro efeito colateral de rodovias ruins é o congestionamento constante nas rodovias com boas pavimentação e sinalização, como o trecho da BR-116 entre Canoas e o Vale do Sinos.
 
Entre todos os males relacionados às estradas, pelo menos a falta de dinheiro parece ter ficado para trás. O problema, agora, é conseguir aplicar os recursos, vencendo obstáculos burocráticos, questões ambientais e antropológicas e suspeitas de irregularidades nas obras. Acostumado à escassez, o Estado conseguiu R$ 2,6 bilhões para investir na construção e recuperação de rodovias até 2014, verba oriunda de financiamentos do BNDES e do Banco Mundial, mais recursos repassados pelo governo federal e do próprio orçamento do Estado. Mesmo assim, a construção e a recuperação das estradas não deslancha.
 
Uma reforma que virou símbolo dos entraves
 
Em busca dos fatores que levam os gaúchos a transitar em rodovias de Terceiro Mundo, Zero Hora identificou uma região do Estado onde se concentram as principais falhas. Na Serra, a reforma de 196 quilômetros de quatro trechos estratégicos é a síntese dos problemas que atingem grande parte da malha viária gaúcha. A obra, uma promessa de anos, já patinou por falta de dinheiro, processos judiciais, falta de fiscalização e, para culminar, surgiram agora irregularidades no edital da restauração dessas estradas.
 
A Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra) chegou a anunciar um investimento de R$ 140 milhões para quatro trechos: a ERS-122 (entre Ipê e a localidade de Samuel, na BR-116), a ERS-324 (entre Nova Araçá e Nova Prata), a RSC-470 (entre Nova Prata e Bento Gonçalves) e a RSC-453 (Rota do Sol, entre Caxias do Sul e Lajeado Grande). As obras deveriam começar em 4 de janeiro. Mas o Daer revogou o edital do Contrato de Restauração e Manutenção (o Crema/Serra, que abrangia os quatro trechos), elaborado na própria autarquia. A justificativa: auditores do Tribunal de Contas do Estado alertaram para "deficiências capazes de gerar prejuízo significativo ao Estado", conforme parecer emitido nos últimos dias de 2012.
 
Os entraves reaparecem nos investimentos da União no Estado. Os projetos de duplicação das BRs 386 e 116, por exemplo, seguem estacionados em dois trechos devido à presença de comunidades indígenas que se instalaram na beira das rodovias e precisam ser realocadas com mais recursos públicos para que as obras, finalmente, acelerem.
 
Fonte Zero Hora

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sexta-feira, 8 de março de 2013
Acidente deixa três pessoas feridas da ERS 153

ATENÇÃO MOTORISTAS: Se você precisa trafegar na região tenha cuidado. O trânsito está lento no local.

Um acidente deixou três pessoas feridas na ERS 153. A colisão entre uma carreta e um Voyage aconteceu no início da tarde desta sexta-feira em Ernestina. Segundo informações preliminares chovia forte no momento do acidente.Os dois veículos colidiram frontalmente.


Com o impacto, o Voyage ficou totalmente destruído. Uma parte da carreta ficou atolada em um barranco. As três pessoas feridas, que estariam no Voyage, foram encaminhadas para o Hospital São Vicente de Paulo. Diuli Palmeira, de 3 anos não teve ferimentos. O condutor, Anderson Palmeira, de 32 anos está em estado gravíssimo. O estado de saúde de Cleris de Oliveira Palmeira, 29, que está grávida, está estável. 

Fonte: O Nacional
Fotos: Willian Castanho

Atualização da Rádio Planalto:
Anderson, que havia ficado preso as ferragens, não resistiu a gravidade dos ferimentos e faleceu quando recebia os primeiros atendimentos. A esposa que estava grávida de cinco meses, perdeu o bebê e permanece internada em estado de saúde regular. A filha de 03 anos está em observação.
O motorista da carreta, Leomar Santin, de 40 anos, nada sofreu.









Postado por WM Internet as 15:45 e tem 0 comentarios

quinta-feira, 7 de março de 2013
Pedágio de Carazinho: governo do Estado perde briga no STJ

O Piratini pretendia levantar as cancelas hoje, com atos festivos e políticos comandados pelo governador Tarso Genro.
 
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Felix Fischer, indeferiu por volta do meio-dia desta quinta-feira o pedido de liminar do governo estadual para declarar por encerrado o contrato do polo de pedágio privado de Carazinho.
 
Com isso, a concessionária Coviplan mantém a autorização para permanecer explorando as quatro praças do polo até 28 de dezembro.
 
O Piratini pretendia levantar as cancelas nesta quinta, com atos festivos e políticos comandados pelo governador Tarso Genro.
 
Na decisão, prevaleceu o entendimento de que as concessões autorizam a cobrança de pedágio por 15 anos, o que determina o final dos contratos no segundo semestre de 2013. Na avaliação jurídica do Piratini, o término do polo de Carazinho deveria ocorrer hoje porque os contratos fariam a previsão de cobrança de tarifas por 14 anos e seis meses — com seis meses apenas de obras —, fator que ensejaria o levantamento das cancelas hoje.
 
Na decisão, publicada pelo STJ às 12h13min, o ministro salientou que a permanência da Coviplan nos polos não gera lesão à ordem e economia pública.
 
Na Justiça a Coviplan também cobra uma indenização de R$ 23,5 milhões por suposto desequilíbrio dos contratos, algo que teria se formando, principalmente, pelo não reajuste de tarifas em alguns anos.
 
O polo de Carazinho seria o primeiro dos sete concedidos em 1998 pelo Estado à iniciativa privada a ter os contratos encerrados.
 
A decisão frustra sindicatos e lideranças empresariais e comunitárias de Carazinho, que, desde ontem, acalentavam a esperança de contarem com uma decisão favorável do STJ para reverter o caso. A pedido do governador Tarso Genro, lideranças da região cancelaram protestos em torno das quatro praças da cidade para não tumultuar o processo. Não está descartado que manifestações ocorram na tarde desta quinta-feira.
 
Fonte Zero Hora

Postado por WM Internet as 14:05 e tem 0 comentarios

segunda-feira, 4 de março de 2013
As ruas da sua cidade são "caminháveis"?

Andar a pé é uma das melhores formas de conhecer as cidades. Seja para passear no final de semana ou para não depender do carro no seu cotidiano, caminhadas urbanas sempre mostram alguma novidade do lugar em que você mora há anos e nunca tinha reparado. Mas para saber se sua cidade acolhe bem os pedestres, algumas perguntas são inevitáveis: Há sinalização para quem anda a pé? O pedestre tem segurança? E conforto?
Apesar de muitas cidades orientarem seu planejamento em função dos veículos, existem diversas maneiras de avaliar as condições das ruas. E a que leva em conta o ponto de vista do pedestre é uma das mais importantes. Afinal, quanto mais gente na rua, mais humana e mais agradável é a cidade . Foi para identificar "todas as ruas do mundo" quanto à facilidade que oferecem aos pedestres que surgiu o projeto Walkonomics.
O trabalho é grande, mas também muito simples: pedestres de todo o mundo dão sua opinião sobre as condições das ruas de onde moram ou circulam (veja abaixo a lista de critérios). Para gerar a classificação final, as avaliações são cruzadas com dados públicos, como estatísticas de acidentes, trânsito viário e iluminação.
Por enquanto, o projeto mapeia as ruas do Reino Unido, de Nova York e de São Francisco. Mas enquanto novas cidades não entram para este cadastro global, você pode pensar nos critérios questionados pelo Walkonomics para examinar as ruas por onde passa.
Fonte - Superinteressante

Postado por WM Internet as 09:06 e tem 0 comentarios

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